Críticas 

Isabella, L'Italiana in Algeri, Rossini (2017)

"LUISA FRANCESCONI  dueña de una voz de timbre aterciopelado, oscuro, absoluta seguridad en todas las notas, impecable coloratura, gracia escénica y por si fuera poco una belleza acorde con la del personaje."

http://luisbaietti.blogspot.com.br/2017/10/la-italiana-en-argel.html

Ottavia, L'Incoronazione di Poppea, Monteverdi (2017)

"La figura más destacada en el palco escénico fue desde ya la mediosoprano brasilera Luisa Francesconi (Ottavia): dueña de un material homogéneo, de apreciable cromatismo, bien colocado...fraseó con interesantes acentos y trasmitió certeros contenidos emocionales."http://www.criticosmusicales.com/20170000Archivos/20170422ColiseoIncoronazione/20170420ColiseoIncoronazioneCriticaCU.html

"Luisa Francesconi fue notable Ottavia, con un conmovedor “Addio Roma”"

http://deparaisoparaud.blogspot.com.br/2017/04/innovacion-en-todoslos-sentidos-inicio.html

"Two singers dominated: the Venezuelan bass Iván García (now resident here) was a powerful and noble Seneca; and the Brazilian mezzo Luisa Francesconi (debut, I believe) has important vocal material and gave her grieving but vengeful Ottavia much dramatic presence."

http://www.tribunamusical.com.ar/2017/05/

 

Dulcinée, Don Quichotte, Massenet (2016)

 

    “O que dizer do mezzo-soprano Luisa Francesconi, a moça sempre se apresenta em nível elevado e dessa vez não foi diferente. Sua voz tem o timbre correto, sedutora e cristalina que esbanja na técnica e com um refinamento único. Sua Dulcineia teve uma atuação cênica precisa.”

(http://operaeballet.blogspot.de/2016/03/don-quixote-abre-temporada-de-operas-do.html)

 

 “Como Dulcinée, seu canto e sua atuação cênica foram perfeitos. Soube encarnar a Dulcinée sensual, flamenca, rodeada por admiradores, mas sensível, sincera, que se comove com a pureza do amor de Don Quichotte, um amor até então por ela desconhecido.”

(https://fabianacrepaldi.wordpress.com/2016/03/05/dom-quixote/)

 

“A intérprete responde muitíssimo bem, tanto no aspecto vocal como cênico. São notáveis suas mudanças de semblante, revelando as emoções da personagem. A bela voz encaixa-se sob medida às bonitas passagens da partitura.” 

(http://www.movimento.com/2016/04/o-mundo-e-um-moinho/)

 

“A mezzo-soprano Luisa Francesconi viveu Dulcineia com grande presença e voz adequadíssima. Desde sua ária do primeiro ato, Quand la femme a vingt ans, a artista disse a que veio. Seus duetos com Dom Quixote, Vous êtes, mon seigneur (primeiro ato) e Oui, je souffre votre tristesse… (quarto ato) foram musicalíssimos, mas seu maior momento em toda a récita foi a delicada, tocante e imaculada interpretação da ária Lorsque le temps d’amour a fui, pouco antes de atacar a canção Alza! Ne pensons qu’au plaisir d’aimer. Francesconi ofereceu ao público carioca uma performance que ficará na memória.”

(http://www.movimento.com/2016/04/rara-poesia/)

 

 

Armide, Renaud, Sacchini (2015)

    

    “A mezzo brasileira Luisa Francesconi reuniu todas as qualidades para ter sucesso com os desafios de Armide. O veludo acobreado do seu timbre, seu médio encorpado, seus agudos excepcionalmente  cobertos e colocados, a articulação e consequentemente a inteligibilidade, sobretudo a atuação sem exagero, produzem uma heroína cativante do começo ao fim, da qual a inesquecível ária “Barbare amour”, são as bases de uma interpretação superlativa. A cantora que interpreta Carmen e tamabém Charlotte de Werther de Massenet, oferece em duas récitas uma lição de inteligência vocal e de grande sensibilidade teatral. Intensidade contida que contrasta ainda melhor com a agilidade mais decorativa dos outros personagens.” 

(http://www.classissima.com/fr/news/411865-compte-rendu-critique,-op%C3%A9ra.-salle-cecilia-meireles,-les-21-et-22-mars-2015.-sacchini-:-renaud,-cr%C3%A9ation.-luisa-francesconi-(armida).-..-osb-orchestre-symphonique-du-br%C3%A9sil.-bruno-procopio,-direction.-version-mise-en-espace./

 

“A mezzo-soprano Luisa Francesconi (Armide) arrebatou a plateia com sua sedutora personagem. Tal qual a grande protagonista da ópera usava de seus encantamentos para conquistar todos à sua volta. Francesconi usou o seu talento em máxima expressão para dominar toda a cena. Sua voz privilegiada, aliada à presença de palco adequada para a personagem fizeram da sua Armide um triunfo inabalável! Bravíssima!” 

(http://www.movimento.com/2015/03/o-triunfo-de-armide/)

 

Carmen, Carmen, Bizet

   

   “Na ópera, a mezzosprano Luisa Francesconi, que dá vida a Carmen, roubou os olhares dos presentes, não somente por encarnar a protagonista principal, mas também pelo seu potente timbre vocal, sua beleza e a sensualidade que transmitiu do palco”  

(http://www.eluniversal.com.mx/notas/911001.html)

 

“... que as atuações de todos os cantores tenham sido boas; especialmente Luisa Francesconi (uma Carmen de voz quente)” 

(http://eleconomista.com.mx/entretenimiento/2012/09/23/opera-carmen-que-quilombo)

 

“E se Carmens temos visto e escutado em abundância, em todas as mídias e lugares, a aqui convocada mezzosoprano brasileira Luisa Francesconi reúne os atributos vocais, histriônicos e também sensuais que exige este personagem tão escutado de Merimeé-Bizet. Bonita e sedutora, envolvente, convence inclusive nos muitos trechos de dança moderna, nos quais sobressai a sua sensibilidade e a sua verve latina” 

(http://www.siempre.com.mx/2012/09/carmen-la-sinrazon-razonable/)

 

Charlotte, Werther, Massenet

 

    “O que dizer da voz de Luísa Francesconi, vou cansar de elogiar a moça. Mezzo-soprano do mais alto nível, canta elevado, uma voz penetrante munida de graves fartos que tocam na alma. Um timbre perfeito para a personagem Charlotte. Além do timbre, a guria mostra uma beleza encantadora no palco e uma grande representação cênica.”

(http://www.movimento.com/2012/12/werther-no-theatro-sao-pedro-sp/) 

 

Dorabella, Così fan Tutte, Mozart

    

    “Dorabella foi interpretada de forma sensacional pelo mezzo brasileiro Luísa Francesconi. A voz foi grande, de belo timbre, sempre afinada e, cenicamente, a interpretação foi irrepreensível.” (http://fanaticosdaopera.blogspot.com.br/2012/01/cosi-fan-tutte-teatro-de-sao-carlos.html)

 

Maddalena, Rigoletto, Verdi

    

   "Por fim, a mezzosoprano Luisa Francesconi foi perfeita como Maddalena, e sua parte no quarteto Bella figlia dell’amore foi bastante audível – o que não é muito comum, porque geralmente a mezzo acaba encoberta pelas vozes mais agudas do tenor e da soprano..." 

(http://www.movimento.com/2011/09/um-rigoletto-irregular-no-municipal-de-sao-paulo)

 

"Luisa Francesconi uma bela e possante voz na Maddalena." 

(http://www.movimento.com/2011/09/os-quatro-atos-do-rigoletto-no-municipal-de-sao-paulo/)

 

Princesse Clarice, L’Amour des Trois Oranges, Prokofiev

 

    “La Princesse Clarisse de Luisa Francesconi foi sem dúvida um ponto alto nas vozes femininas, já conhecemos seu alto profissionalismo.” 

(Maria Luiza Nobre, Jornal do Brasil, 30/05/2012)

 

Missa em Dó Menor, Mozart 

        

    “...mezzo capitoso e cultivado da brasileira Luisa Francesconi, irresistível no “Laudamus te”. (http://luizze1000.blogspot.com.br/2011/04/mozart-e-mahler-fe-e-desalento.html)

 

Rosina, O Barbeiro de Sevilha, Rossini

 

  "A mezzosoprano Luisa Francesconi foi o principal destaque da récita de estréia. (...) sua técnica de mezzo coloratura é impecável, e é uma delícia ouvi-la cantar. O grande solo de Rosina, ‘Una voce poco fa’, foi muito bem interpretado. É um prazer receber a Francesconi de volta ao Rio."

(Leonardo Marques, movimento.com, 26/11/2010)

 

"...Rosina (Luisa Francesconi) capaz de ampla facilidade nas terríveis coloraturas exigidas pelo papel."

(Luiz Paulo Horta, jornal O Globo, 26/11/2010)

 

Nerea, Niobe, Steffani

   "Excelentes foram as prestações... da meio-soprano Luisa Francesconi (Nerea)."

(Manuel Pedro Ferreira, jornal O Público, 30/03/2010)

 

 

Madamigella Dangeville, Adriana Lecouvreur, Cilea 

   "Desenvoltas e graciosas, como se convém a atrizes da Comédie, Oriana Kurteshi (Madamigella Jouvenot) e Luisa Francesconi (Madamigella Dangeville)."

(Francesco Rapaccioni, com Ilaria Bellini, teatro.org, 21/02/2010)

 

Dinah, Trouble in Tahiti, Bernstein

    "Destaque para Luisa Francesconi (Dinah), que foi uma actriz (e cantora!, sim) digna de um grande teatro... esta cantora tem uma técnica impecável à qual aplica uma expressividade muito pertinente. Uma actriz de arrasar!!! Atenção, não a deixem escapar! Boa dicção inglesa. O tema there is a garden foi ‘outstanding’. Felicitações e votos de mais récitas no São Carlos."

(Placido Zacarias, operalisboa.blogspot.com, 22/05/2010)

 

"... e a Luisa Francesconi (Dinah), responsável pela melhor interpretação da noite."

(Jorge Calado, jornal Expresso, 23/01/2010)

 

"...mezzo brasileira Luisa Francesconi, que interpretou Dinah, a sofredora esposa de Trouble in Tahiti, de maneira perfeita tanto vocalmente como teatralmente. Luisa foi uma Dinah comovente, divertida, sensível, exibindo uma feminilidade refinada, contida e explosiva, numa interpretação cheia de contrastes, totalmente adequada à esposa emocionalmente instável face ao seu matrimónio estéril, que teria deixado feliz ao próprio Bernstein. Um valor incontestável da lírica luso-brasileira que apenas pede uma oportunidade para desabrochar em palcos internacionais." 

(critical-spectacle.blogspot.com, 16/01/2010)

 

 

Dido, Dido e Enéas, Purcell

   "Marcante foi a famosa lamentação de Dido, em interpretação tocante de Luisa Francesconi. Esse Dido e Enéas é daqueles espetáculos que a gente quer recomendar para todo mundo." 

(Nelson Rubens Kunze - diretor-editor da revista Concerto, 15/12/2008)

 

"...Luisa Francesconi acabava de cantar, lindamente, a famosa ária suicida da rainha Dido." Dido e Enéas Vai à Essência da Ópera, em Ótima Encenação.

(Arthur Nestrovski - jornal Folha de S.Paulo, 10/12/2008)

 

 

Isabella, L’Italiana in Algeri, Rossini (TMSP)

    "A mezzosoprano Luisa Francesconi,com bela coloratura e adequada presença cênica, foi uma jovem Isabella. 

(revista Opera, Itália, 10/2007)

 

   "...e a Magnífica Luisa Francesconi, que dominou o palco completamente... E encantou a todos com sua espirituosa Isabella. Ela não só tem uma linda voz, bastante forte e cheia de cor, mas é tb. uma excelente atriz. Muito bom."

(Poletti, fonografio.zip.net, 07/2007)

 

"Físico do papel e adequação vocal se conjugaram para que a Isabella de Luisa Francesconi fosse elegante e feminina mas, ao mesmo tempo, com a dose certa de malícia e determinação, para manipular tanto o bey quanto Taddeo, seu azarado pretendente."

(Lauro Machado Coelho, jornal o Paulo, 06/2007)

 

 

Cherubino, As Bodas de Fígaro, Mozart

    “Luísa Francesconi fez um Cherubino com voz única, um timbre agradável e uma atuação cênica primorosa. Todos os personagens que o mezzo-soprano canta são de alto nível e esse foi mais um deles.” 

(http://www.movimento.com/2014/12/as-bodas-de-figaro-no-theatro-sao-pedro-sp/)

 

“...meio-soprano Luisa Francesconi (Cherubino), que cantou aliás muito bem."  

(Pedro Boléo,  jornal blico,  04/05/2010)

 

"Outra cantora que teve uma das melhores performances de sua carreira foi a mezzosoprano Luisa Francesconi, que também nos ofereceu um Cherubino de excelência. Sua ária Voi che sapete foi magistralmente interpretada na estréia. Sua doçura e delicadeza na interpretação geral do personagem foram marcantes. Hoje, mais de dois meses depois da estréia, ainda é possível lembrar-me de suas expressões faciais durante a apresentação."

(Leonardo Marques,  movimento.com, 15/07/2007)

 

"The admirable Luisa Francesconi stood out among the ladies, offering a firm-toned boyish but sensitive Cherubino."

(Rodrigo Maffei Libonati, http://ihearvoices.wordpress.com, 13/05/2007)

 

"...Cherubino impetuoso e amorosamente plasmado de Luisa Francesconi."  

(Clóvis Marques, cia, 30/04/2007)

 

Romeo, I Capuleti ed I Montecchi, Bellini

    "...e Luisa Francesconi, perfeitas como Julieta e Romeu, ambas solistas de alto nível vocal.”

(Maria Teresa Dal Moro, jornal Tribuna da Imprensa, 26/07/2006)

 

 

Zerlina, Don Giovanni, Mozart

        "...the truly marvelous Luisa Francesconi exposed the different levels of shortcoming of the performance, offering one of the most engaging mezzo-soprano Zerlinas in my experience. I have to confess I had my doubts on how charming she might sound in such a seductive role after seeing her impressively convincing James Dean-like (and look-a-like) Idamante in Rio. This Protean artist showed herself tonight as the most feminine, volatile and sexy of Zerlinas. Although her tone is unmistakably mezzo-tinted, she successfully adapted her high register to the kind of bell-like sound one would expect in a role like that, beguiling the audience with exemplary renditions of her arias and strong contribution to ensembles." Sei pur vaga, brillante Zerlina.(Rodrigo Maffei Libonati, http://ihearvoices.wordpress.com, 05/06/2006)

 

Idamante, Idomeneo, Mozart

    "Finally, crowing the whole performance, Luisa Francesconi offered an Idamante to the manner born. Her clean mezzo soprano is deeply rooted in rock-solid low notes, she has all the necessary expressive and technical devices to produce each Mozartian phrasing, has a strong stage presence and looks great. Any opera house in the world would feel proud to feature this singer in this role." 

(Rodrigo Maffei Libonati, http://ihearvoices.wordpress.com, 18/05/2006)

 

“O mezzo-soprano Luisa Francesconi mostrou uma voz uniforme, um timbre escuro e uma bela atuação cênica. Um Idamante empolgante. Sua voz está tinindo, no ponto certo para interpretar outros papéis do repertório.”  

(http://operaeballet.blogspot.com.br/2012/04/as-surpresas-de-idomeneo-no-theatro.html)

 

“No papel de Idamante, Luisa Francesconi ofereceu ao público uma atuação grandiosa, marcada pela voz aveludada e pela notável desenvoltura cênico-musical, demonstrada desde sua primeira entrada em cena. Um Idamante na linha de Frederica von Stade, grande intérprete do papel. O ponto alto de sua participação, e possivelmente de toda a récita, foi o dueto S’io non moro a questi accenti...” 

(http://operaeballet.blogspot.com.br/2012/04/idomeneo-de-mozart-no-theatro-municipal.html)

 

"O Idamante de Luisa Francesconi começa meio hesitante, mas vai se firmando e termina a ópera numa grande atuação."

(Luiz Paulo Horta, jornal O Globo, 04/05/2006)

 

"...o mezzo-soprano Luisa Francesconi esteve irretocável como atriz e cantora do papel de Idamante, filho do herói. Quem ficou nas primeiras filas e pode observar suas expressões faciais, aplaudiu com entusiasmo."

(Maria Teresa Del Moro, jornal Tribuna da Imprensa 05/2006)

 

"A mezzo-soprano Luisa Francesconi foi o destaque da noite: sua bela voz enfrentou bem a partitura de Mozart, com boa projeção, bonito timbre e correção nas suas três árias, com destaque para a última, No, la morte non pavento. Luisa se destacou, ainda, no terceto do segundo ato, Pria di partir e no dueto S'io non moro a questi accenti e no quarteto Andrò ramingo e solo do último ato. Sua interpretação cênica de Idamante (que exige maior grau de dificuldade pelo fato de o personagem ser um homem) foi de muito bom nível.

(Leonardo Marques, movimento.com, 30/04/2006 )

 

 

Orfeo, Orfeo e Eurídice, Gluck

     "The mezzo Luisa Francesconi (Orfeo) was particularly delightful, offering a rich dark   and flexible voice. 

(Rodrigo Maffei Libonati, ihearvoices.wordpress.com, 03/07/2003)

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