• Cinzento Ícone Google+
  • Grey LinkedIn Icon
  • Grey Facebook Icon
  • Grey Instagram Icon
  • Grey YouTube Icon

LUISA

FRANCESCONI

Bem vindos ao meu site.

Espero que gostem.

Voltem sempre!

Novidades

Biografia

A mezzo-soprano Luisa Francesconi estudou com a renomada professora Rita Patané, em Milão. É grande intérprete de papéis mozartianos e rossinianos, destacando-se também no repertório romântico francês.

2019

  • Rosina (O Barbeiro de Sevilha de Rossini) no Theatro Municipal de São Paulo, com a orquestra do Theatro, regência de Roberto Minczuk e direção cênica de Cleber Papa.

  • Sesto (La Clemenza di Tito de Mozart) no Theatro São Pedro, com a orquestra do Theatro, regência de Felix Krieger e direção cênica de Caetano Vilela.

  • Krista (O Caso Makropulos de Janácek) no Theatro São Pedro, com a orquestra do Theatro, regência de Ira Levin e direção cênica de André Heller-Lopes.

  • Requiem de Mozart em Jundiaí e Sorocaba, com a Orquestra Sinfônica de Sorocaba, regência de Vastí Atique.

  • Oitava Sinfonia de Mahler na comemoração de 20 anos da Sala São Paulo, com OSESP e OSUSP, regência de Marin Alsop.

2018

  • Octavian (O Cavaleiro da Rosa de R. Strauss) no Theatro Municipal de São Paulo, orquestra do Theatro, regência de Roberto Minczuk e direção cênica de Pablo Maritano. 

  • Eleita a melhor cantora lírica do ano por dois sites especializados em música clássica.

  • Varvara (Kátia Kabánova de Janácek) no Theatro São Pedro, orquestra do Theatro, regência de Ira Levin e direção cênica de André Heller-Lopes.

  • Nona Sinfonia de Beethoven em Brasília com regência de Claudio Cohen e em Santos e Jundiaí com regência de Luís Gustavo Petri.

  • Missa em Dó Menor de Mozart com Osusp, regência de Marcelo Lehninger.

  • Petite Messe Solemnelle de Rossini ma Sala Minas Gerais, regência de Fábio Mechetti.

2017

  • Papagena (A Flauta Mágica de Mozart) no Theatro Municipal de São Paulo, orquestra do Theatro, regência de Roberto Minczuk e direção cênica de André Heller-Lopes.

  • Isabella (L'Italiana in Algeri de Rossini) no Auditorio Sodre em Montevidéu, Uruguai, com a Orquestra Sinfônica del Sodre, regência de Martín Garcia, direção cênica de Pablo Maritano.

  • Meg Page (Falstaff de Puccini) no Teatro Julio Domingo Santo Mayor em Bogotá, Colômbia, com a Orquestra Filarmônica Juvenil de Bogotá, regência de Rodolfo Fischer, direção cênica de Alejandro Chacon.

  • Zia Principessa (Suor Angelica de Puccini) como participação especial dentro da disciplina de mestrado estágio de docência, na UNESP, concepção e direção Abel Rocha.

  • Cantata Le Roi David de Honegger no Teatro Amazonas em Manaus, regência de Otávio Simões. 

  • Ottavia (L'Incoronazione di Poppea de Monteverdi) no Teatro Coliseu, em Buenos Aires, com a orquestra barroca Compañia de las Luces regida por Marcelo Birman, e direção cênica de Marcelo Lombardero.

  • Nona Sinfonia de Beethoven na Sala São Paulo com OSESP, regência de Marin Alsop.

  • Segunda Sinfonia de Mendelssohn Magnificat-Alleluia de Villa-Lobos no Theatro Municipal de São Paulo. Regência de Roberto Minczuk.

2016

  • Dulcinée (Don Quichotte de Massenet) no Theatro São Pedro, em São Paulo, e no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com as respectivas orquestras de cada teatro. Direção cênica de Jorge Takla, regência de Luiz Fernando Malheiro.

  • Neris (Medée de Cherubini) no Teatro Amazonas, em Manaus. Direção cênica de André Heller-Lopes e regência de Marcelo de Jesus.

  • Requiem de Verdi no Teatro Amazonas, em Manaus. Regência de Luiz Fernando Malheiro.

  • Requiem de Mozart no Auditório Carmen Salles, em Brasília. Regência de Alexandre Inecco.

  • Dorabella (Così fan Tutte de Mozart), na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte, com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Ópera semi-encenada com direção cênica de Marina Mora e regência de Fabio Mechetti.

  • Requiem de Mozart na Sala Minas Gerais, em Belo Horizonte,com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Regência de Fabio Mechetti.

 

2015

  • Stabat Mater de Pergolesi na Sala São Paulo com a OSESP, regência de  Ragnar Bohlin.

  • Primeira audição mundial da peça Seis Formas de Amar, de Fernando Morais, para mezzosoprano, clarinete e orquestra. Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, regência de André Cardoso.

  • Turnê com obras de Berlioz, entre elas a cantata La Mort de Cléopatre, nos Theatros São Pedro, em São Paulo, Auditório Cláudio Santoro, em Campos do Jordão, e Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro. Orquestra do Teatro São Pedro, regência de Luiz Fernando Malheiro.

  • Armide (Renaud de Sacchini), ópera semi-encenada na Sala Cecília Meireles com a OSB, direção cênica de André Heller-Lopes e regência de Bruno Procópio.

  • Rosina (O Barbeiro de Sevilha), espetáculo da Cia de ópera Curta, em temporada por diversas cidades do Estado de São Paulo. Direção geral de Cleber Papa, direção musical de Luiz Gustavo Petri.

 

2014

  • Isabella (L’Italiana in Algeri) em Maribor, Eslovênia, com direção cênica de Pier Francesco Maestrini e regência de Gianluca Martinenghi.

  • Carmen (Carmen) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com direção cênica de Allex Aguilera e regência de Isaac Karabtchevsky.

  • Carmen (Carmen) no Theatro Municipal de São Paulo com direção cênica de Filipo Tonon e regência de Ramón Tebar.

  • Concerto com arias de Vivaldi no MAM (Museu de Arte Moderna) de Salvador, com a OSBA (Orquestra Sinfônica da Bahia) e regência de Carlos Prazeres.

  • Carmen (Carmen) no Auditorio Sodre em Montevidéu, Uruguai. Com direção cênica de Marcelo Lombardero e regência de Stefan Lano

  • Cherubino (As Bodas de Figaro) no Theatro São Pedro, em São Paulo, com direção cênica de Livia Sabag e regência de Luiz Fernando Malheiro.

 

2013

  • Carmen (Carmen) de Bizet no Teatro Nacional Claudio Santoro em Brasília, com direção cênica de William Pereira e regência de Claudio Cohen. 

  • Requiem de Mozart no Theatro Municipal de São Paulo, com regência de Rinaldo Alessandrini.

  • Aia (Fedra e Hipólito) de Cristopher Park, estréia mundial, no Palácio das Artes em Belo Horizonte com direção cênica de Fernando Bicudo e regência de Christopher Park.

  • Carmen (Carmen) de Bizet no Palacio de Bellas Artes, na Cidade do México, com direção cênica de Marcelo Lombardero e regência de Srba Dinic.

  • Oberon (Sonhos de Uma Noite de Verão) de Britten, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e no Parque Lage, com a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB), direção cênica de André Heller-Lopes e regência de Roberto Tibiriçá.

 

2012

  • Carmen (Carmen) de Bizet no Teatro Julio Castillo, na Cidade do México, com direção cênica de Marcelo Lombardero e regência de José Arean. Produção do Palacio de Bellas Artes.

  • Virginia (Anjo Negro), de João Guilherme Ripper, baseada em peça teatral de Nelson Rodrigues, com direção cênica de André Heller-Lopes e regência de Abel Rocha, com a Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB).

  • Charlotte (Werther) de Massenet, no Teatro São Pedro em São Paulo, com  direção cênica de André Heller-Lopes e regência de Luiz Fernando Malheiro.

  • Davide Penitente de Mozart na Sala São Paulo com a OSESP, regência de Louis Langrée.

  • * Griselda (Griselda) de Vivaldi, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro com a OSB, sob a regência do maestro Marco Pace.

  • Dorabella (Così fan Tutte) no Teatro Nacional de São Carlos (TNSC) em Lisboa sob a regência do maestro Eric Nielsen e direção cênica de Guy Joosten.

  • Idamante (Idomeneo), no Teatro Municipal de São Paulo com regência do maestro Rodolfo Fischer e direção cênica de Regina Galdino.

 

2011

  • La Ciesca (Gianni Schicchi), de Puccini, no Teatro Nacional de São Carlos em Lisboa sob a regência do Maestro Martin Andre e direção cênica de André E. Teodósio.

  • Dianora (La Spinalba), de Francisco Antonio de Almeida, no Teatro Municipal de Almada, com Os Músicos do Tejo.

  • Mercedes (Carmen) no Teatro Nacional de São Carlos sob a regência da maestrina Julia Jones e direção cênica de Stephen Medcalf.

  • Maddalena (Rigoletto) no Theatro Municipal de São Paulo, sob a regência do Maestro Abel Rocha e direção cênica de Felipe Hirsch.

  • A Poltrona, o Pastor, a Gata e o Esquilo (L’Enfant et les Sortilèges) de Ravel, no Teatro Municipal de São Paulo com regência do maestro Jamil Maluf e direção cênica de Livia Sabag.

  • A Princesa Clarice (O Amor das Três Laranjas) de Prokofiev com a OPES no Teatro Municipal do Rio de Janeiro sob a regência do maestro Isaac Karabtchevsky e direção cênica de Alberto Renault.

 

2010

  • Dinah (Trouble in Tahiti) de Bernstein, no TNSC, com regência de Moritz Gnann e direção cênica de André Heller-Lopes. 

  • Nerea (Niobe) de Steffani, no TNSC, sob a regência do maestro francês Sébastien Rouland e direção cênica de Lukas Hemleb.

  • Cherubino (As Bodas de Fígaro) no TNSC sob a regência da maestrina Julia Jones e direção cênica de Guy Mantovan. 

  • Madamigella Dangeville (Adriana Lecouvreur) - estréia no Teatro Comunale de Florença sob a regência do maestro Patrick Fournillier e direção cênica de Ivan Stefanutti. 

  • Le Martyre de San Sébastien, de Debussy, na Sala São Paulo, com a regência do Maestro Heinz Hollinger.

  • Garcia Lorca (Ainadamar) de Golijov, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com a Orquestra Sinfônica Brasileira sob a regência do maestro Roberto Minczuk.

  • Rosina (O Barbeiro de Sevilha) de Rossini, com regência do Maestro John Neschling e direção cênica de Pier Francesco Maestrini, em turnê pelo Brasil com a Cia Brasileira de Ópera.

 

2009 

  • Didon (Les Troyens), sob a regência do Maestro francês Laurent Campellone e direção cênica de Caetano Vilela, no Festival de Ópera de Manaus.

  • Segunda Sinfonia de Mendelssohn (Lobgesang), com regência do Maestro Claus Peter Flor na Sala São Paulo, mais uma vez junto à prestigiosa OSESP. 

  • Flosshilde (O Crepúsculo dos Deuses) de Wagner, com regência de Marco Letonja e direção de cena de Graham Vick, no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa. 

  • Fada Verde (A Bela Adormecida) de Respighi no Teatro Nacional de São Carlos (TNSC), em Lisboa, com regência do maestro João Paulo Santos e direção cênica de André Heller-Lopes.

 

2008

  • Il Musico (Manon Lescaut), sob a regência do Maestro Giampaolo Bisanti e direção cênica de Pier Francesco Maestrini, no Teatro Massimo di Palermo. 

  • Concerto com canções de Verdi, Bellini e Puccini no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. 

  • Dido (Dido e Enéas), com regência do Maestro Tiago Pinheiro, atuando com o Teatro da Vertigem, dirigido por Antonio Araujo. 

  • Segunda Ancela (Medea) no Teatro Reggio de Torino, com a soprano Anna Caterina Antonacci no papel título, sob a regência do Maestro Evelino Pidò e direção cênica de Hugo de Ana. 

  • Partes da ópera Carlos Chagas (A Sertaneja) de Silvio Barbato, na Sala Palestrina, na Embaixada do Brasil em Roma.

  • Hänsel (Hänsel und Gretel), sob a regência do Maestro Ira Levin, em novembro, no Teatro Nacional de Brasília.

  • Madamigella Dangeville (Adriana Lecouvreur), de Cilea, sob a regência do Maestro Donato Renzetti e direção cênica de Giulio Ciabatti, no Teatro Massimo de Palermo.

 

2007 

  • Angelina (La Cenerentola), no Auditorium della Conciliazione, com a Orchestra Sinfonica di Roma sob a direção do maestro Francesco La Vecchia

  • Isabella (L’Italiana in Algeri) no Teatro Municipal de São Paulo, com a regência do maestro Jamil Maluf e direção cênica de Hugo Possolo.

  • Cherubino (As Bodas de Fígaro), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro sob a regência do maestro Ira Levin e direção cênica de José Possi Neto.

  • Gravacão do Réquiem Ebraico de Erich Zeisl sob a regência do maestro John Neschling, com a OSESP, pelo selo Biscoito Fino

  • Rapsódia para Contralto, de Brahms, sob a regência do maestro José Maria Florêncio, no Teatro Municipal do São Paulo.

  • Segundo soprano na Missa em Si Menor de Bach, sob a regência do maestro alemão Claus Peter Flor, na Sala São Paulo com a OSESP.

  • Réquiem de Mozart com a Orchestre La Grande Ecurie et la Chambre du Roy, sob a regência do Maestro Jean-Claude Malgoire. 

  • Concerto “Barroco Furioso”, com árias e cantatas de Vivaldi, sob a regência do Maestro Marcelo de Jesus, em Manaus, junto à Amazonas Filarmônica.

 

2006

  • Cherubino (As Bodas de Figaro), com a Orchestra Sinfonica di Roma no Teatro Argentina, em Roma, sob a direção do Maestro Francesco La Vecchia. 

  • Missa em Dó Menor de Mozart no Auditorium da cidade de Milão, com a Orchestra Verdi, sob a regência do Maestro Romano Gandolfi. 

  • Idamante (Idomeneo), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob a regência do maestro Silvio Barbato e direção cênica de André Heller-Lopes.

  • Romeu (I Capuleti ed i Montecchi), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob a regência do maestro Silvio Barbato e direção cênica de Ana Kfouri.

  • Zerlina (Don Giovanni) no Teatro Nacional de Brasília, sob a regência do Maestro Silvio Barbato e direção cênica de Gianmaria Romagnoli .

  • Rosina (O Barbeiro de Sevilha),  no Auditorium della Conciliazione em Roma, com a Orchestra Sinfonica di Roma sob a regência do maestro Francesco La Vecchia.

 

 2005

  • Siegrune (As Valkirias), na produção completa do Anel dos Nibelungos  -Teatro Amazonas, em Manaus, sob a regência do Maestro Luiz Fernando Malheiro e direção cênica de Aidan Lang.

  • Rosina (O Barbeiro de Sevilha), no mesmo teatro, sob a regência do Maestro Marcelo de Jesus e direção cênica de Caetano Vilela.

  • Stabat Mater de Pergolesi na famosa Igreja Ara Coeli, em Roma, com a Orchestra Sinfonica di Roma, sob a regência do maestro Silvio Barbato.

 

2004

  • Segunda Dama (A Flauta Mágica) - Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob a regência do Maestro Silvio Barbato e direção cênica de Moacir Góes.

  • Turnê italiana com a Orchestra Sinfonica di San Remo, interpretando peças de Vivaldi. 

  • Nona Sinfonia de Beethoven - gravação, pelo selo Biscoito Fino, junto à OSESP (Orquestra Sinfonica do Estado de São Paulo), sob a regência do Maestro Roberto Minczuk. 

  • Paukenmesse de Haydn no encerramento do Curso de Inverno de Campos do Jordão, junto à OSESP, sob a regência do Maestro John Neschling. 

  • Poema sinfônico Floresta do Amazonas de Villa-Lobos em Roma, com a Orchestra del Conservatorio Santa Cecilia (primeira audição italiana).

2003

  • Maddalena (Rigoletto) - Theatro Municipal do Rio de Janeiro, sob a regência do Maestro Silvio Barbato e direção cênica de Diva Pieranti.

  • Orfeo (Orfeo e Eurídice) - Teatro Nacional de Brasília, sob a regência do Maestro Silvio Barbato.

 
 

 Contato 

Brasil e Américas

Opera Atelier

            Vitor Philomeno | Diretor Artístico

            +55 (11) 96837-1982

            +55 (11) 2528-1099

             contato@opera-atelier.com

 

Itália e Europa

    Punto Opera

             Maurizio Scardovi

 

     Piazza IV Novembre 16/b

     I-37064 Povegliano VR - Italy

     Tel + 39 045 7364601

     Fax + 39 045 6359172

Contato privado